Quanto custa fazer gerenciamento de risco?

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03 fev

O gerenciamento de risco geralmente é obrigatório em alguns casos, mas mesmo nos casos onde não é, você já parou para pensar nos riscos que um caminhão corre durante uma viagem? Acidentes, roubos, furtos, defeitos mecânicos, abalroamento da carga e vários outros riscos aos quais o caminhão está exposto.

E sobre os valores dos bens em transporte em si? A vida do motorista, que é inestimável, o valor de mercado do cavalo e da carreta, que são o meio de trabalho de uma transportadora e a carga que está transportando, que pertence ao cliente.

Se analisarmos todas essas situações, percebemos que o custo do gerenciamento de risco é muito baixo e que representa uma fração muito pequena de todo o patrimônio em jogo.

Sem falar nas facilidades e na visibilidade que o gerenciamento de risco oferece, para um melhor controle de resultados pelo transportador, o que leva ao aumento da produtividade da frota e da lucratividade também.

Entretanto, é muito importante que o transportador entenda os custos de cada exigência do gerenciamento de risco, para optar pela melhor escolha no mercado.

Vamos falar um pouco sobre cada uma delas e te mostrar o quanto custa fazer gerenciamento de risco.

 

Consulta ao cadastro do motorista

Quando exigido pela apólice de seguros, as transportadoras devem fazer uma consulta na gerenciadora de riscos para conferir no cadastro do motorista se todos os documentos dele estão em dia, entregando um profissional qualificado e que tenha sido aprovado na avaliação exigida pela companhia de seguros.

 

Monitoramento do veículo

O monitoramento é o acompanhamento do veículo durante a viagem, controlando a frequência de posicionamento, rota, paradas, violações dos sensores instalados no veículo e demais itens de segurança solicitados na apólice de seguros ou pelo transportador, para aumentar o nível de segurança de sua frota.

O custo do gerenciamento de risco costuma ser maior quando os produtos transportados necessitam de manuseio e transporte especiais, já que irá exigir uma atenção maior da gerenciadora de risco.

Nestes casos, estão inclusos cargas frágeis, itens perecíveis e cargas específicas como carga viva, medicamentos, eletrônicos, combustíveis entre outros, que precisam de veículos específicos e são mais visados em roubos e furtos.

 

Investimentos em tecnologias

Aqui são considerados os valores gastos com a instalação dos equipamentos de rastreamento e monitoramento, os custos de comunicação, com equipamento de redundância e os reparos que posteriormente serão feitos, onde também é relevante avaliar os cuidados com o equipamento de rastreamento no dia-a-dia.

 

Sistemas de logística

Ter uma visibilidade maior de sua frota, para identificar os gargalos que drenam os recursos do transportador na sua operação, é fundamental e é exatamente isso que os sistemas de logística fazem.

Atrelada ao gerenciamento de risco, a logística proporciona maior eficiência da frota e previsibilidade da operação, gerando informações para o gestor de transporte tomar uma decisão mais assertiva.

Embora não seja um item exigido por apólices de seguro, uma logística mais eficiente também gera mais segurança para a frota.

 

Quanto custa fazer gerenciamento de risco

 

Ao analisarmos todas as exigências e possibilidades com os preços praticados pelo mercado, em especial pelas gerenciadoras de risco que prestam um serviço de melhor nível, o transportador terá um custo mensal por caminhão rastreado e motorista cadastrado.

Depois de questionar “Quanto custa fazer gerenciamento de risco”, de cara percebemos que o custo do gerenciamento de risco é um investimento muito baixo por tudo o que proporciona para o transportador.

Além de respeitar as exigências da apólice de seguros, o transportador fiel as regras e ciente de que o custo do gerenciamento de risco é na verdade um investimento, conseguirá aprimorar os níveis de segurança de sua operação, diminuindo roubos, furtos, acidentes e custos operacionais.

É importante ressaltar que o custo do gerenciamento de risco pode variar significativamente de uma transportadora para outra, dependendo de diversos fatores, como o porte da frota, o tipo de carga transportada, as rotas percorridas e as exigências específicas de cada cliente. As gerenciadoras de risco oferecem soluções personalizadas para atender às necessidades individuais de cada empresa, garantindo a melhor relação custo-benefício.

Ainda, melhores índices de sinistros diminuem as taxas pagas para as seguradoras, além de melhorar o relacionamento com os embarcadores, conseguindo melhores condições de frete e operacionalização da frota, com conquista de preferência de carregamento e aumento de demanda.

São inúmeros casos de sucesso, nesse exato modelo, que a Atlas GR possui com seus clientes, em vários seguimentos de transportes de cargas.

Nesse sentido, além do custo de gerenciamento de risco propriamente dito e da exigência da apólice de seguros, o transportador deve estar atento a qualidade do serviço prestado e utilizar as ferramentas disponíveis e os resultados oferecidos ao máximo, com foco no aumento da segurança e na eficiência da frota.

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Perguntas Frequentes (FAQ) sobre o Custo do Gerenciamento de Risco

 

1. O que realmente encarece o custo do Gerenciamento de Risco (GR)?

O custo é diretamente proporcional ao nível de risco envolvido. Cargas de alto valor agregado (eletrônicos, remédios) ou alto risco de roubo (combustíveis, tabaco) exigem tecnologias mais caras (rastreadores com redundância, sensores anti-jammer) e protocolos mais rígidos (escola, monitoramento 24h/7), elevando o custo.

 

2. O gerenciamento de risco é sempre obrigatório?

Na maioria dos casos, para o transporte de cargas de alto valor ou alto risco, o Gerenciamento de Risco (GR) é uma exigência contratual da seguradora (Plano de Gerenciamento de Risco – PGR) para que a apólice seja válida. Sem o PGR homologado e cumprido, o transportador pode ter a indenização negada em caso de sinistro.

 

3. É mais barato fazer o gerenciamento de risco internamente ou contratar uma gerenciadora?

Contratar uma Gerenciadora de Risco (GR) especializada (como a Atlas) geralmente oferece um custo-benefício muito maior. Uma GR possui tecnologia, equipe e expertise atualizada com a Mancha Criminal e as exigências das seguradoras, algo que uma equipe interna, com custos fixos e de infraestrutura, dificilmente consegue igualar em eficiência e compliance.

 

4. O sucesso no Gerenciamento de Risco pode reduzir o custo do seguro da carga?

Sim, definitivamente. Um histórico de sinistros baixo e a comprovação de um PGR (Plano de Gerenciamento de Risco) rigoroso e eficaz, como os suportados pelas soluções da Atlas, são fatores que as seguradoras consideram para reduzir as taxas do prêmio de seguro (o valor pago anualmente). O custo do gerenciamento de risco se paga ao longo do tempo com essa economia.

 

5. O que está incluído no “custo de comunicação” do rastreamento?

O custo de comunicação refere-se ao valor gasto para que o rastreador instalado no veículo envie continuamente sua posição e dados para a central de monitoramento. Ele cobre o uso de redes de celular (GPRS) ou satelitais, sendo um custo mensal essencial para garantir que a visibilidade do veículo seja mantida durante toda a viagem, conforme exigido pela apólice.

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